O diário do Stille
Por que o Stille começa com um botão só
A decisão mais importante no Stille acontece antes de o app abrir: você quer um tempinho para meditar. O app só precisa ajudar você a levar isso adiante.
Uma ação clara
A ação principal da tela inicial é Meditar. Não há questionário para responder nem sessão recomendada para avaliar. Toque no botão e o app prepara uma das gravações que vêm com ele. O som começa, a cena se acalma e a sessão está em andamento.
Os Ajustes continuam lá para preferências práticas, como mostrar a contagem regressiva ou manter a tela acesa. Esses controles apoiam a sessão; não precisam ser decisões que você toma toda vez.
Dez minutos é um limite que escolhemos
Escolher a duração deixaria o Stille mais flexível. Também colocaria uma pergunta entre você e o começo. Escolhemos uma sessão fixa de dez minutos para que abrir o app já diga o que você está prestes a fazer.
Isso não torna dez minutos certo para todo mundo. Tem gente que quer dois minutos, e tem gente que quer meia hora. O Stille é, de propósito, para quem gosta desse limite específico. Você sempre pode pausar ou encerrar antes.
O som se escolhe sozinho
Três gravações vêm com o app, e o Stille escolhe uma no próprio aparelho para cada sessão. Você não precisa comparar faixas nem montar uma playlist. Tudo o que é preciso para ouvir já está no celular.
Aceitamos a troca: você não pode escolher uma gravação favorita. A ideia é que começar seja sempre igual, mesmo quando o som muda.
Um final que deixa você ir
Depois de dez minutos de som, um gongo suave, de uma batida só, vai sumindo. A tela final diz “Leve a calma com você.” Toque em OK quando quiser. Não há pedido de avaliação nem sentimento para registrar.
Aqui, simplicidade é um conjunto de escolhas concretas. Quer dizer um app pequeno, com um começo e um fim bem definidos. Se isso combina com o jeito como você quer meditar, leia os fatos sobre o app Stille ou siga o guia da primeira sessão.